Carsale - O inverno chegou para valer e dirigir pela manhã é quase tão difícil quanto acordar e deixar a cama quentinha em um dia frio. Mas existe um aliado para não ter que dirigir com as mãos congelando: o sistema de ar quente, muitas vezes esquecido, mas que pode garantir um certo conforto.
Apesar deste sistema ser simples e barato (ele está na lista de equipamentos de série da maioria dos modelos novos), os cuidados são os mesmos de acessórios mais sofisticados, inclusive quando ele está integrado ao ar-condicionado. Por isso, aí vão algumas dicas para que você transforme esse acessório em um companheiro bem útil.
Limpeza
O primeiro cuidado é básico e age diretamente na saúde das pessoas que convivem com o carro. O ar quente é ligado diretamente no sistema de arrefecimento, absorvendo a temperatura do motor e transmitindo para a cabine. Portanto, com o tempo, diversas impurezas e bactérias entram nos dutos de ventilação. O ideal é fazer a limpeza de todos os seus componentes em uma oficina especializada pelo menos uma vez por ano, assim como é feito com o ar-condicionado.
Use-o
Outra dica importante é não deixar de acioná-lo por um longo tempo. Caso não seja hábito utilizar o ar quente, a sugestão é que você o ligue com certa freqüência, minutos antes de entrar no carro, por exemplo. Assim, evita-se que suas peças não danifiquem por falta de uso.
Ele é mais importante do que se pensa
A atenção com o sistema de arrefecimento é inevitável. Como já citamos, apesar de simples, o ar quente é ligado diretamente neste importante componente do motor. Assim, qualquer duto furado, peça danificada ou sem manutenção, pode afetar o funcionamento do carro. Por isso, é recomendável ter atenção ao nível da água e sempre colocar um aditivo naquele reservatório que o frentista pede para olhar na hora de abastecer o carro no posto. Assim, o motor trabalhará na temperatura ideal e o risco de alguma pane é menor.
Sem embaço
Essa dica não é de manutenção, mas muito útil. Como o próprio nome sugere, a função principal do ar quente é aumentar a temperatura da parte interna do veículo em dias frios, mas o sistema ainda pode dar uma ajudazinha em outro departamento. Sabendo usá-lo, é possível transformá-lo num desembaçador do para-brisa, muito útil em dias de chuva, quando você é obrigado a fechar todos os vidros, perdendo a visibilidade. Basta ligar o ar-quente e dirigir o fluxo na velocidade máxima para o para-brisa, regulando a temperatura até que você consiga atingir a condição ideal para guiar o carro sem sustos.
Mito ou verdade?
Entre os mecânicos, corre uma história de que, quando o motor do carro dá sinais de superaquecimento, é possível minimizar o problema emergencialmente acionando o ar quente e abrindo todas as janelas do carro. Mas será que isso funciona mesmo? Em termos. Na situação descrita é possível sim que a ação de ligar o ar-quente ajude a diminuir a temperatura do motor. Porém, isso é apenas para casos extremos e pode funcionar apenas em trajetos curtos. O recomendável nessa situação é parar o veículo e aguardar o motor esfriar. Depois, consultar seu mecânico e ver qual é o real problema.
Apesar deste sistema ser simples e barato (ele está na lista de equipamentos de série da maioria dos modelos novos), os cuidados são os mesmos de acessórios mais sofisticados, inclusive quando ele está integrado ao ar-condicionado. Por isso, aí vão algumas dicas para que você transforme esse acessório em um companheiro bem útil.
Limpeza
O primeiro cuidado é básico e age diretamente na saúde das pessoas que convivem com o carro. O ar quente é ligado diretamente no sistema de arrefecimento, absorvendo a temperatura do motor e transmitindo para a cabine. Portanto, com o tempo, diversas impurezas e bactérias entram nos dutos de ventilação. O ideal é fazer a limpeza de todos os seus componentes em uma oficina especializada pelo menos uma vez por ano, assim como é feito com o ar-condicionado.
Use-o
Outra dica importante é não deixar de acioná-lo por um longo tempo. Caso não seja hábito utilizar o ar quente, a sugestão é que você o ligue com certa freqüência, minutos antes de entrar no carro, por exemplo. Assim, evita-se que suas peças não danifiquem por falta de uso.
Ele é mais importante do que se pensa
A atenção com o sistema de arrefecimento é inevitável. Como já citamos, apesar de simples, o ar quente é ligado diretamente neste importante componente do motor. Assim, qualquer duto furado, peça danificada ou sem manutenção, pode afetar o funcionamento do carro. Por isso, é recomendável ter atenção ao nível da água e sempre colocar um aditivo naquele reservatório que o frentista pede para olhar na hora de abastecer o carro no posto. Assim, o motor trabalhará na temperatura ideal e o risco de alguma pane é menor.
Sem embaço
Essa dica não é de manutenção, mas muito útil. Como o próprio nome sugere, a função principal do ar quente é aumentar a temperatura da parte interna do veículo em dias frios, mas o sistema ainda pode dar uma ajudazinha em outro departamento. Sabendo usá-lo, é possível transformá-lo num desembaçador do para-brisa, muito útil em dias de chuva, quando você é obrigado a fechar todos os vidros, perdendo a visibilidade. Basta ligar o ar-quente e dirigir o fluxo na velocidade máxima para o para-brisa, regulando a temperatura até que você consiga atingir a condição ideal para guiar o carro sem sustos.
Mito ou verdade?
Entre os mecânicos, corre uma história de que, quando o motor do carro dá sinais de superaquecimento, é possível minimizar o problema emergencialmente acionando o ar quente e abrindo todas as janelas do carro. Mas será que isso funciona mesmo? Em termos. Na situação descrita é possível sim que a ação de ligar o ar-quente ajude a diminuir a temperatura do motor. Porém, isso é apenas para casos extremos e pode funcionar apenas em trajetos curtos. O recomendável nessa situação é parar o veículo e aguardar o motor esfriar. Depois, consultar seu mecânico e ver qual é o real problema.